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Rio de Janeiro, Brazil
Tenho 37 anos, sou evangélica, serva de Deus, mãe, esposa, filha e produtora editorial. Criei esse cantinho para conhecer pessoas novas, aprender com elas e me manter conectada com velhos amigos. Então, sejam bem vindos!
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terça-feira, 3 de novembro de 2009

Macarronada de domingo

Domingo é um dia super corrido pra mim, de manhã vou a igreja e quando voltamos já esta praticamente na hora do almoço, então nada melhor do que uma macarronada, rápida, gostosa e que, quase sempre, agrada a todos.
Nesse domingo resolvi fazer macarronada com atum, a idéia foi de uma irmãzinha da minha igreja, ela disse pra mim — vou correndo pra casa fazer um macarrão com atum que a minha filha adora, eu perguntei mais ou menos como ela fazia e fui me aventurar na cozinha.
Entao lá vai:
Primeiro cozinhei o espagueti, a irmã disse que o ideal era parafuso ou talharim mas eu só tinha espagueti disponível, então foi esse que eu usei.
Depois fui ao molho:
Usei molho de tomate feito em casa (depois passo a receita) mas pode-se usar molho pronto mesmo, encrementei com azeitona preta, salsinha e pimenta do reino e coloquei o atum de lata em pedaços. Levei tudo ao fogo baixo, mexi um pouco o molho e coloquei um copo de leite e duas colheres de maionese, continuei mexendo até ferver. Após a fervura desliguei o fogo e derramei o molho sobre o espagueti que já estava me esperando em um pirex. Depois de arrumado salpiquei bastante queijo ralado e coloquei no forno para gratinar.


Prontíssimo, agora é só servir. Fica uma delícia!
Para os não muito chegados em atum fiz macarrão com linguiça calabreza, que não ficou devendo nada.

Cortei a linguiça calabreza em rodelas bem fininhas, fritei elas apenas na gordura dela, sem usar óleo, coloquei o molho de tomate que eu já  tinha pronto, deixei ferver, coloquei por cima do espagueti, salpiquei queijo ralado e depois coloquei no forno só para dar uma gratinhada.


Em 1 hora resolvi meu almoço de domingo. Prato fácil, rápido e de sucesso garantido!

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Orquídea de baunilha

Foi assistindo aos programas de Jaime Oliver (que eu adoro!) que vi pela primeira vez a fava de baunilha e fiz questão de conhecer de perto essa iguaria deliciosa, mas a danada não é tão fácil de ser encontrada.
Pesquisando no meu amigo Google descobri que a baunilha é uma planta pertencente à família das orquídeas, a única da espécie comestível, suas flores possuem coloração verde amarelada, e os furtos, que é a própria “fava” da baunilha, é alongado, medindo cerca de 20 a 25 cm de comprimento. O processo de colheita e polinização é todo feito manualmente e exige muito conhecimento e paciência para se ter um bom resultado. Por isso a fava de baunilha é cara e não se acha em qualquer lugar.

a flor 



furtos ainda verdes

Depois de tantas informações (quem quiser ler mais visite o site Toda Fruta) eu queria mesmo era conferir se de fato a fava tinha aquele cheirinho de infância, de casa de vó, não sei por que mais o cheiro de baunilha me lembra casa de vó. Aqui no Rio não encontrei mas consegui comprar no Mercado Livre e o vendedor foi muito rápido, além do que as minhas favas chegaram em perfeito estado, embaladas a vácuo e tudo o mais e o preço eu não achei tão caro assim, R$ 3,00 uma fava, eu já tinha visto por R$ 15,00 cada.


Favas de baunilha prontas para uso



A fava aberta, no miolo a baunilha

Quando elas chegaram a primeira coisa que fiz foi respirar bem fundo, juntinho do pacote, com os olhos bem fechados e a sensação era a que eu já esperava, cheirinho de infância, de casa de vó…valeu muito a pena cada R$ 3,00 gastos nas dez favas que comprei.
Até agora, recebi as favas na sexta-feira passada, a única coisa que eu fiz foi um leite morninho pro Matheus com um pouquinho de amido para dar uma engrossadinha e ele adorou, menino chic esse né?!
Mas, receitas não me faltam para por em prática, então resolvi começar por uma bem fácil, o açúcar vanilado (receita que vi, claro, no livro do Jaime Oliver).
1 kg de açúcar
5 favas cortadas bem pequenas.
Processe (ou bata no liquidificador) os pedacinhos da fava junto com 1/5 do açúcar, até ficar marrom bem clarinho, misture com o açúcar que restou e deixe 15 dias (no mínimo) em um pote bem fechado.
O aroma da fava vai se desprendendo aos poucos e toma conta de todo o açúcar. Use em ocasiões especiais, em doces ou em um simples leite morno.

Assim que fizer, vou postar as fotos e conto como ficou.

as fotos foram retiradas da internet, ok?! 

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Pão de Ervas


Nesse cantinho além de muitos outros assuntos pretendo postar receitas culinárias feitas pela D. Ana, a minha mãe, testadas e aprovadas pela família, é claro.
Para iniciar com chave de ouro apresento o pão de ervas, um pão delicioso que encontrei a receita no site do Rainhas do lar, e minha mãe fez umas pequenas adaptações.
Segue abaixo a receita adaptada por mamy. A receita original e muitas outras novidades vocês encontram no site Rainhas do Lar
Bater no liquidificador 3 ovos inteiros, 2 xícaras de água, 200 ml de óleo, 4 tabletes de fermento biológico, 3 colheres de sopa de açúcar mascavo, 1 colher de sopa chá de sal, 4 galhos de salsinha com talo, 4 galhos de cebolinha, manjericão a gosto, orégano a vontade, 1 dente de alho e 1 cebola pequena.
Em um outro recipiente colocar 3 xícaras de farinha de trigo branca e 2 xícaras de farinha de trigo integral, fazer um furo no meio da farinha e ir jogando a mistura batida no liquidificador aos poucos, misturando tudo com uma colher.
Deixar crescer por 1 hora. Depois colocar em forma untada e enfarinhada (forma de bolo inglês). Dependendo do tamanho da forma rende 2 ou 3 formas.

No nosso forno levou uns 30 minutos para assar mas acho que o tempo vai depender do forno de cada um.
 Ah!!!! Como disse Andrea Spínola, a autora da receita, o cheirinho do pão invade a casa toda.

Espero que gostem!







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